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AULA DE ESCATOLOGIA BÍBLICA GRÁTIS
AULA DE ESCATOLOGIA BÍBLICA GRÁTIS

 

 

 

                                           

ÍNDICE

 

 INTRODUÇÃO

AS SETENTA SEMANAS DE DANIEL

TEORIAS RELATIVAS AO ARREBATAMENTO DA IGREJA

 OS SINAIS DA VINDA DE JESUS

O ARREBATAMENTO A IGREJA

O TRIBUNAL DE CRISTO

BODAS DO CORDEIRO

OS 144 MIL SELADOS

A GRANDE TRIBULAÇÃO

A VINDA DE JESUS

O MILÊNIO

JUÍZO FINAL

 A ETERNIDADE

 

 

 

                      INTRODUÇÃO

         ESCATOLOGIA (Escatologia) esta definição, vem de dois vocábulos gregos, a saber, ESCATOS  (Escatos) quer dizer futuro, ou últimas coisas, mais LOGIA  (Logia) que é estudo, ou ciência. Então, ESCATOLOGIA é o estudo, ou a ciência sobre o futuro, ou sobre as últimas coisas.

É um estudo de suma importância, visto que, estamos muito próximo deste futuro, ou destas últimas coisas. A Escatologia divide – se em, pelo menos, nove tópicos, que são: Os Sinais da Vinda de Jesus, O Arrebatamento da Igreja, O Tribunal de Cristo, As Bodas do Cordeiro, A Grande Tribulação, A Vinda de Jesus, O Milênio, O Juízo Final e a Eternidade.

 

AS SETENTA SEMANAS DE DANIEL

Entre todas as profecias, da Bíblia, as Setenta Semanas de Daniel merecem destaque especial. Nelas contém um enigma relacionado ao passado, ao presente e ao futuro. Sem ela era impossível desvendar a Escatologia Bíblica. 

A compreensão destas semanas é indispensável para quem pretende entender a Escatologia Bíblica.

         Daniel 9 v 24 – 27: “Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo e sobre a tua santa cidade, para extinguir a transgressão, e dar fim aos pecados, e expiar a iniquidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e profecia, e ungir o Santo dos santos. Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, sete semanas e sessenta e duas semanas: as ruas e as tranqueiras se reedificarão, mas em tempos angustiosos. E, depois das sessenta e duas semanas, será tirado o Messias e não será mais; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas assolações. E ele firmará um concerto com muitos por uma semana; e na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; e sobre as asas das abominações virá o assolador, e isso até a consumação; e o que estar determinado será derramado sobre o assolador.”  

  1. UMA DAS CAUSAS MAIS IMPORTANTES DAS SETENTA SEMANAS DE DANIEL

Um dos mais rigorosos mandamentos da lei era a guarda do ano Sabático (Levt 25 v 1 – 7). Este mandamento implica em que os filhos de Israel teriam que trabalhar seis anos consecutivos, e não trabalhar no sétimo. Durante os doze meses do sétimo ano eles não poderiam trabalhar lavrando a terra. Mas teriam descansá-la por um ano completo.

Mas os hebreus desprezaram este mandamento muito cedo. Desde a sua monarquia até a sua dispersão, a qual deu um período 490 anos, eles não guardaram este importante mandamento. E trabalharam lavrando a terra todos os anos.

Se Deus fosse homem, Ele iria fazer a conta: “Mas quantos anos sabáticos os hebreus me deve mesmo?! Eles trabalharam 490 anos consecutivos. E 490 divididos por 7 são igual 70. Haá eles deve-me 70 anos!” Mas, como Deus, é Deus, Ele já tachou: ao trabalhar 490 anos eles trabalharam durante os meus 70 anos sabáticos!

Deus como é justo. E para descansar a terra Deus apreendeu os judeus por 70 anos na Babilônia (2º Cron 36 v 21; Jer 25 v 11, 12; 29 v 10).

  1. A INTERCESSÃO DE DANIEL

O profeta Daniel lendo e estudando o Livro do profeta Jeremias (Dan 9 v 2), entendeu que os judeus iriam ficar escravizados na Babilônia por setenta anos. E estava vencendo os setenta anos, e nada estava acontecendo para que eles pudessem ser livres daquela terrível escravidão. Então o profeta começou a orar e a jejuar para que Deus viesse a libertar o seu povo. E Daniel quis saber também como seria o futuro da sua nação (Dan 9 v 3 – 19). E a sua interseção durou vinte e um dias. E por três semanas Daniel orou e jejuou (Dan 10 v 2 – 21).

No mesmo momento que Daniel que começou a orar, Deus lhe deu a resposta. Mas um demônio detém o anjo que traria a, respectiva, resposta. Mas ele continuou a orar r a jejuar, então o Senhor envia outro anjo forte para ajudá-lo. Em fim a sua resposta chega até as suas mãos (Dan 10 v 11 – 14). O anjo que Deus enviara é o anjo Gabriel.

E com respeito à escravidão, já estava se findado. Mas, além dos 70 anos da escravidão, Deus tinha mais sete semanas para os judeus (7 x 7 = 490). Que são igual 490 anos. 

  1. O OBJETIVO DAS SETENTA SEMANAS DE DANIEL

Na escravidão Babilônica, Deus acerta com os judeus os Setenta anos Sabáticos, para descansar a terra. Mais ainda faltavam os 490 anos que eles viveram irregular com o Todo Poderoso. Portanto, ainda lhes faltavam 490 anos, para que o Senhor viesse a cumprir com as maiores bênçãos para os salvos.

            Semanas do hebraico que dizer, tão somente, sete. E não obviamente, sete dias (Gên 29 v 27; Levt 24 v 8). E quanto a estas semanas são também de anos:

“Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo e sobre a tua santa cidade, para extinguir a transgressão, e dar fim aos pecados, e expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e profecia, e ungir o Santo dos santos” (Dan 9 v 24).

E o objetivo destas semanas é que no final delas seis (6) fatores importantes irão acontecer:

a)  Para extinguir a transgressão,

b)   E dar fim aos pecados,

c)  E expiar a iniquidade,

d)  E trazer a justiça eterna,

e)    E selar a visão e profecia,

f)    E ungir o Santo dos santos.

Somente no Milênio pode dar inicio ao cumprimento destas imensuráveis benções.

 

 

  1. DIVISÕES DAS 70 SEMANAS, OU DOS 490 ANOS

As setenta semanas de Daniel são divididas em três etapas. A saber: “Sete Semanas, Sessenta e duas Semanas e uma Semana”.

4.1.         Sete Semanas: “Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, sete semanas” (Dan 9 v 25). Sete semanas são iguais: 7 x 7 = 49. Esta parte refere-se a um período de 49 anos que iniciou em 14 de março 445 a.C. com a “saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém” (Neem 2 v 4 – 9); e estendeu até a inauguração da edificação de Jerusalém.

4.2.         Sessenta e duas Semanas: “E sessenta e duas semanas”. Sessenta e duas semanas são iguais: 62 x 7 = 434. E fala a respeito do período que iniciou na com inauguração de Jerusalém e se estendeu até por volta do ano 30 – 33 d.C. na época do batismo de Jesus, que aproximadamente, 434 anos.

4.3.          Sete semanas e sessenta e duas semanas: “Sete semanas” são iguais: 7 x 7 = 49. Um período de 49 anos. Mais “sessenta e duas semanas” são iguais 62 x 7 = 434. É um período que duraram 434 anos. Unindo os dois períodos, usando a linguagem “anos”, temos: 49 anos, mais 434 anos que é igual a 483 anos (49 + 434 = 483). Justamente nesta época os judeus não receberam a Jesus, mas mandou crucificá-lo (João 1 11, 12); faltando 7 anos para os 490 anos. Usando o linguajar “Semanas”, temos: 7 semanas, mais 62 semanas, que são iguais a 69 semanas (7 + 62 = 69); mas nesta época “Cristo veio para o que era seu, e os seus não o receberam” (João 1 v 11, 12). Então o Senhor fora aos gentios, e eles o recebeu, com isso nasceu à igreja, faltando uma semana para as 70 semanas.

4.4.         Uma Semana: ”E ele firmará um concerto com muitos por uma semana” [Dan 9 v 27 (a)]. Eis aqui a semana, ou os sete anos que faltavam. Esta semana é dividida em dois períodos. Como os judeus quebraram a Aliança com o Salvador, Ele fez uma Aliança com Igreja. Assim o Deus parou de tratar com os judeus faltando esta semana, ou sete anos. Então, quando Cristo Arrebatar a sua igreja, ou melhor, quando não haver mais a igreja na terra, Deus volta a tratar com os judeus. Como só falta esta semana para eles, portanto, após a tirada a igreja da terra inicia esta semana, a Septuagésima Semana de Daniel, a qual se trata da Grade Tribulação.

Semana que é dividida em duas partes, ou dois períodos (Dan 9 v 27). O primeiro período se chama “O Tempo da Falsa Paz”, que durarão acerca de três anos e meio. E o segundo período é denominado: “O Tempo da Grande Tribulação, ou Aflição”, que também durarão aproximadamente três anos e meio.

 

 

Surgindo alguma dúvida entre em contato conosco através do e-mail:

faculdademanancial@hotmail.com.br

Para ficar mais inteirado no assunto, peça o livro, Doutrina Acerca das Últimas Coisas, através do link:

https://www.agbook.com.br/book/125983--Doutrina_Acerca_Das_Ultimas_Coisas

 

 

 

  1. 1.           TEORIAS RELATIVAS AO ARREBATAMENTO DA IGREJA

PARCIALISMO (Arrebatamento Parcial da Igreja)

PÓS-TRIBLACIONISTA (Arrebatamento após a Tribulação)

MESOTRIBULACIONISTA (Arrebatamento no meio da Tribulação)

PRÉ-TRIBULACIONISTA (Arrebatamento antes da Tribulação)

2.2.  TEORIA DO ARREBATAMENTO PARCIAL

Segundo a esta teoria, o arrebatamento ocorre antes da Tribulação. Mas, porém, apenas os que estiverem plenamente preparados, vigiando e esperando a Vinda de Cristo, e tiverem alcançado certo nível de espiritualidade que os torne dignos de ser incluídos no arrebatamento.

E todos os despreparados permanecerão na Terra durante a Tribulação para serem provados e purificados através dos grandes sofrimentos, sendo arrebatados posteriormente.

            Esta teoria tem sido pouco adotada devido a sua semelhança com a doutrina católica do purgatório, segundo a qual o sofrimento pode purgar pecados.

2.3. TEORIA DO ARREBATAMENTO PÓS-TRIBULAÇÃO

Os defensores dessa teoria acreditam e ensinam que os cristãos passarão pela Tribulação. Segundo eles, o arrebatamento ocorrerá imediatamente antes da Vinda do Senhor Jesus para o juízo Final. Os Pós- tribulacionistas afirmam que o Arrebatamento da Igreja e a volta de Jesus Cristo para reinar são apenas aspectos deferentes de demonstrar um único evento que acontecerá no final da Grande Tribulação. E isto ocorrerá justamente antes da derrota da besta e seus seguidores e início do milênio.

2.4. TEORIA DO ARREBATAMENTO EM MEIO A TRIBULAÇÃO

Consoante a visão dos mesotribulacionistas, o Arrebatamento da Igreja ocorrerá no meio da Grande tribulação. Conforme essa interpretação, a Igreja será arrebatada ao final da primeira metade (três anos e meio) da septuagésima semana de Daniel.

Segundo eles, a igreja suportará os acontecimentos da primeira metade da Tribulação, que segundo os mesotribulacionistas, não são manifestações da ira de Deus. Ela será arrebatada antes que comece a segunda metade da semana, que segundo essa teoria, contém todo derramamento da ira de Deus. Eles afirmam - se que o Arrebatamento ocorrerá junto com o soar da ultima trombeta e a ascensão das duas testemunhas de Apocalipse 11.

A teoria do arrebatamento mesotribulacionista é essencialmente uma via média entre as posições pós-tribulacionista e pré-tribulacionista. Concorda com o pré-tribulacionismo ao afirmar que o arrebatamento da igreja é um acontecimento distinto da segunda vinda de Cristo. Tem em comum com o pós-tribulacionismo as crenças de que a igreja tem promessas de tribulação aqui na terra e necessita de purificação.

2.5. A TEORIA DO ARREBATAMENTO PRÉ-TRIBULACIONISTA

Os pré-tribulacionistas acreditam na interpretação dispensacionalista da Palavra de Deus. E que igreja e Israel são dois grupos distintos, e para os quais Deus tem um plano divino.

Segundo a teoria do Arrebatamento Pré-tribulacionista, Cristo arrebatará a igreja antes da Grande tribulação.

A maioria dos Teólogos e dos evangélicos adere a esta teoria.

  1. 2.           ESCATOLOGIA PRÉ-TRIBULACIONISTA:

  3.1. OS SINAIS DA VINDA DE JESUS:

            Os Sinais da Vinda de Jesus são chamados também de Sinais dos Tempos. Eles consistem no conjunto de acontecimentos que precedem a segunda Vinda de Cristo e que estão registrados na Bíblia, muitos tempos, antes, dos respectivos, acontecimentos. Estes sinais são:

Guerras e Rumores de guerras,

 Nação contra nação, Terremotos em vários lugares,

Pestes, Fomes, Pai contra filho, E filho contra pai,

A falta de amor, O aumento da iniqüidade, O aumento da ciência, O descontrole da natureza, O aumento dos falsos profetas, E muitos outros. (Daniel 12 v 4; Mateus 24 v 4 – 14)

3.2. O ARREBATAMENTO A IGREJA:

(Filipenses 3 v 20, 21): Arrebatamento do Grego é Harpazo; do Latim é Rapto. E significa: retirada brusca, sobrenatural e inesperada da igreja deste mundo, onde subirá ao encontro de Jesus nos ares. Não sabemos o dia e nem à hora. Marcar esse dia é missão dos falsos profetas. Mas não falta sinal nenhum mais a acontecer. Todos já estão cumprindo. O arrebatamento da igreja será assim: 1) só os salvos o verão, quem vai ficar só sentirá a falta deles; 2)será muito rápido, não vai dar tempo para nada (Mateus 24 v 27; 1ª Coríntios 15 v 52); 3) será numa hora em que o homem não esteja esperando (Mateus 24 v 44).

Veja os detalhes, do Arrebatamento: (1ª Tessalonicenses 4 v 13 – 18):

1º.  O mesmo Senhor descerá do Céu;

2º.    Com alarido (barulho de guerra);

3º.   Com a trombeta de Deus;

4º.    A ressurreição dos crentes que morreram, com Cristo. Eles ressurgirão já transformados com o corpo glorioso (v16);

5º.   A transformação dos crentes, salvos num corpo glorioso (1ª Coríntios 15 v 51,53, 54);

6º.   E subiremos ao encontro do Senhor, nos ares. Tudo isto, num abrir e fechar de olhos, ou com a velocidade de um relâmpago. Assim, estaremos para sempre com o Senhor. Portanto, Consolai-vos um aos outros com estas palavras.

  1. O TRIBUNAL DE CRISTO:

[Do grego é Bématos tou Chiristou]. E significa, Corte de Justiça de Retribuição. Este Tribunal será inaugurado logo após o Arrebatamento da Igreja; tem Jesus Cristo como Juiz; e ocupar-se-á do julgamento dos santos quanto ao serviço divino. Confira: “Porque é necessário que todos nós sejamos manifestos diante do Tribunal de Cristo, para que cada um receba o que fez por meio do corpo, segundo o que praticou o bem ou o mal”, (2ª Coríntios 5 v10). Este julgamento só é para os salvos, nele não consiste condenação. O seu objetivo é recompensar o serviço, ou a prática dos fieis na igreja aqui na terra. Tudo o que fazemos com fé e amor na obra de Deus, como: contribuições financeiras, evangelismos, visitas, mão de obra nas construções, ajudas, orações, pregações, louvores e etc., nós receberemos galardões. Mas tudo isto sendo feito só para alguém ver, forçado, ou só para conseguir uma retribuição aqui neste mundo; perdemos o nosso galardão.

E, todavia, vamos depender do galardão lá no Céu para assim podermos servir melhor a Cristo, esta é a vontade dele para conosco (1ª Coríntios 3 v 11 – 15).  

 

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  1. 4.            BODAS DO CORDEIRO

(Apocalipse 19 v 5 -9): [Do grego é gamou tou arniou (gamou tou arniou)]. Bodas é festa de casamento, mas quanto a esta festa, será promovida pelo Cordeiro, ou melhor, Cristo. E se trata da cerimônia da Consumação da União mística entre Cristo e a Igreja. Será uma celebração tão elevada e inefável, que durará cerca de 7 anos, e que nem mesmo no Céu ocorreu igual. Nas Bodas do Cordeiro a Igreja já estará em seu corpo glorioso; já galardoada; irá participar da Ceia do Senhor, Ele mesmo nos servirá a Ceia (Mateus 26 v 29); e lá, cada crente fiel, como herdeiro de Deus (Romanos 8 v 17), receberá sua herança eterna. “Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que nos há de ser revelada” (Romanos 8 v 18). Nas Bodas do Cordeiro, creio eu, que ainda vamos chorar, mas de alegria. Olhar-mos-emos um para o outro e dir-lhe-emos: VALEU A PENA!  

 

 

  1. OS 144 MIL SELADOS

A Igreja estando aqui na terra não haverá um relacionamento exclusivamente judaico para com Deus.

 A Bíblia ensina que todos os salvos independentes de raça desfrutam de uma posição no Corpo de Cristo, conforme indicado em Colossenses 1.26-29; 3.11; Efésios 2.14-22; 3.1-7. No desenrolar da septuagésima semana, a Igreja estará ausente, pois dos salvos restantes em Israel Deus sela 144 mil judeus, 12 mil de cada tribo de acordo com Apocalipse 7.14.

            O fato de Deus tratar novamente com Israel nesse relacionamento nacional, separando-o por identidade nacional e mandando-o como representante às nações no lugar das testemunhas da Igreja, indica que a Igreja não deve estar mais na terra.

 

6 A GRANDE TRIBULAÇÃO:

            (Mateus 24 v 21), Enquanto cada crente fiel estará regozijando com Cristo na Glória, os desobedientes estarão aqui na terra sofrendo nas garras do Anticristo, de Satanás, dos demônios e das punições divinas. Será um período de aproximadamente, 7 anos que se iniciará com o Arrebatamento da Igreja (2ª Tessalonicenses 2 v 8-9). Este Período tem vários nomes, a saber: Grande Tribulação, Tempo de Grandes Aflições, Septuagésima Semana, À Hora da Tentação e muitos outros. Assim como Deus deu todo poder a seu Filho, Jesus Cristo, Satanás entregar-se-á todo o comando maligno ao seu filho o Anticristo, que também tem vários nomes, a saber: Besta que subirá do mar, o iníquo, o homem do pecado, o filho da perdição, a ponta pequena e etc.. Este período de cerca de 7 anos será dividido em 3 anos e meio de falsa paz e 3 anos e meio de generalizada grade tribulação (Daniel 9 v 27). Nos primeiros 3 e meio a Besta defenderá a nação israelita e atacará severamente todos os religiosos do mundo. Este tempo será chamado de falsa paz é só porque ainda não terão as pragas. Mas a Besta promoverá guerras infernais contra todos quantos não o aderir e não receber o número 666. Ele fará jorrar rios de sangue daqueles que por amor a uma religião não o adore. Besta fará no mundo uma só religião, uma só moeda. Ela controlará: os exércitos, os policiais, o comércio, as políticas, toda economia, do mundo inteiro. Ninguém poderá comprar e nem vender se não estiver à marca 666 e para ter esse número, à pessoa precisa aceitá-lo como deus. Fazendo isto, o indivíduo assina a sua sentença para sempre na perdição eterna (Apocalipse 13 v 11 – 18). E no 2º 3 anos e meio, a Besta deixará de atacar tanto os religiosos no mundo e atacar-se-á infernalmente a nação israelita.

Com isto inicia as pragas: 7 selos, 7, trombetas e 7 taças (Apocalipse 6; 8; 9; 11 v 15 -19; 16). Quase todos os elementos, como: selos, trombetas e taças representam um período de terrível sofrimento. Não compensa ficar aqui neste mundo. O único escape é Jesus Cristo.

7– A VINDA DE JESUS (Mateus 24 v 29 – 31):

 A Vinda de          Jesus, não é o Arrebatamento da Igreja. Confira: a) no Arrebatamento da Igreja, só os salvos o verão; a Vinda de Jesus, todo olho verão. b) no Arrebatamento, os salvos irão subir ao encontro do Senhor; na Vinda de Cristo, é os anjos que reúne o pessoal. c) no Arrebatamento, Cristo virá até as nuvens; na sua Vinda, Ele virá até a Terra. d) o Arrebatamento será para a Igreja; a Vinda será para os convertidos dentre a nação de Israel e os santos da Tribulação. e) no Arrebatamento Cristo vira buscar a Igreja; na sua Vinda, Ele vira com a Igreja e os anjos (Judas 14; Apocalipse 11 v 14). Visto que, na grande tribulação os anjos, os 144 000 judeus e as duas testemunhas vão pregar o Evangelho, então muitos aceitarão a Cristo como salvador e muitos deles não dão tempo a Besta matar; são estes que os anjos vão recolher e colocá-los à direita (Mateus 24 v 31; 25 v 31 – 33). Eles vão povoar no MILENIO. Na sua Vinda Cristo virá para salvar Israel do anticristo, acabar com a grande tribulação, julgar as nações e iniciar o Milênio.

 

 

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 8 O MILÊNIO (Apocalipse 20 v 4 -6). Trata-se de um período de mil anos, o qual, Cristo reinará sobre a terra. Na sua Vinda Cristo: lançará o Anticristo e o Falso profeta no Lago de Fogo (Apocalipse 19 v 19, 20), prenderá Satanás e os demônios no abismo por mil anos (Isaias 24 v 21, 22; Apocalipse 20 v 1, 20); aniquilará todos os ímpios (Apocalipse 19 v 15 – 18; 21); extinguirá o pecado e a transgressão; expiará a iniqüidade; trará justiça eterna; selará a visão e profecia; e ungirá o Santo dos santos (Daniel 9 v 24). Este período a terra será totalmente frutífera; o povo todo servira a Deus; Jerusalém será a capital do mundo; a igreja reinará com Cristo (Apocalipse 20 v 4); Israel será restaurado e servira a Cristo; os animais serão todos mansos; (Isaias 11; 65 v 17 -25). E final do Milênio Satanás será solto por um pouco de tempo e enganará uma grande multidão fará uma guerra, chamada Gogue a Magogue, contra Cristo e sua Igreja, então o Senhor ordenará que desça fogo do céu e os consuma (Apocalipse 20 v 7 -10). Com isto, inicia o:

 

    9 – O JUIZO FINAL (Apocalipse 20 v 11 – 15):                                

Isto se trata do Julgamento final e universal que começa pelos inimigos das nossas almas: Satanás e os demônios, em seguida todo ser humano desde Adão até aquele dia. Lembrando que a igreja já fora julgada no Tribunal de Cristo. O Juízo Final será para: satã, os anjos caídos (os demônios), os ímpios (de toda a história da humanidade) e os milenistas (a população do Milênio). A Igreja estará julgando com Cristo neste julgamento (1ª Coríntios 6 v 2, 3).

Confira alguns detalhes relativos ao Juízo Final:

1º.              Jesus Cristo será o Juiz (João 5 v 22).

2º.              V 11: Ao aparecer o Grande Trono Branco, fugirá a terra e o céu: não terá terra e nem céu. Isto significa que não tem como fugir.

3º.              V 12, 13: Ocorrerá uma mega (uma grandíssima) Ressurreição. Não importa aonde, como e quando o indivíduo faleceu, naquele dia, milagrosamente, ele ressurgirá.

4º.               E, todavia, abrir-se-ão os LIVROS. Serão pelo menos três livros:

 1º a Bíblia (João 12 v 48);

2º o Livro da Vida, onde Deus registra os nomes dos seus filhos espirituais, (Filipenses 4 v 3);

 3º o Livro das Obras, onde Deus registra todo, inclusive nossas atitudes, (Salmos 139 v 16). Todos serão julgados segundo os livros;

5º.              V 14, 15: E todo aquele que não for achado o seu nome escrito no Livro da Vida, serão lançado no Lago de fogo. Esta e a segunda morte, onde jamais terão uma oportunidade.

6º.              Assim começa a eternidade

7º.              HOJE CRISTO É O ÚNICO ADVOGADO PARA ESTE TIPO DE CAUSA (1ª João 2 v 1, 2). NO JUIZO FINAL NÃO TERÁ ADVOGADO.

  

   10 A ETERNIDADE:

Os ímpios serão lançados no Lago de fogo (Marcos 9 v 43 – 48) e permanecerá para sempre. Eles têm hoje, a cada segundo, oportunidades para aceitar a Cristo como Salvador, naquele dia se finda as oportunidades.  E os Salvos viver-se-ão para        sempre na Nova Jerusalém com Deus, onde serão enxugados dos olhos dos salvos toda lagrima. Na glória, estaremos perpetuamente, longe de todo: perigo, medo, pecado, mal, doença, problema, cansaço, tristeza, pobreza, falta, preocupação e etc. na Nova Jerusalém só terão: alegria, harmonia, paz, regozijo, vida eterna, abundancia, prazer, segurança, justiça, amor, felicidade e tudo de bom, justo, perfeito. (Apocalipse 21; 22).

            Vale realmente apena fazermos de tudo para chegar lá. É só ser fiel a Cristo que Ele garante tudo por nós.

 

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